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Onde o mote é a fotografia e... outras eventuais peregrinações.

21
Fev17

Visto po aì

por Maximiliano

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 De uma breva passagem pela rua de Santa Catarina - Porto

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publicado às 18:32

05
Set16

Serralves - a Casa

por Maximiliano

 

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A autoria do projeto arquitetónico da moradia pode, com alguma prudência, ser atribuída ao arquiteto francês Charles Siclis, e a José Marques da Silva, afamado arquiteto do Porto de então, que esteve estreitamente associado à obra, ao longo de todo o seu percurso. Acresce a intervenção dos arquitetos e decoradores da casa Ruhlmann, a quem foi confiado o projeto de interiores.
 
A fachada mais extensa da Casa desenvolve-se ao longo da Rua de Serralves, face ao jardim. O interior, onde domina a pedra lioz, é composto por três pisos. No piso enterrado encontram-se a cozinha, a despensa e as áreas de serviço; Nn piso térreo, as salas de estar, de jantar e átrios; e no primeiro piso a zona privada. Sobre a entrada principal encontramos uma pala em vidro em articulação com a porta e um alargamento semicircular do muro do Parque. A outra entrada revela um pátio encastrado entre os volumes do edifício e permite uma articulação e distribuição do espaço ao longo do eixo maior da casa. 
 
Para o interior da Casa de Serralves, contribuíram os mais importantes nomes europeus da área do desenho do mobiliário. Émile Jacques Ruhlmann projetou a sala de jantar o hall, o salão, o vestíbulo e sala de bilhar, René Lalique foi o responsável pela clarabóia do hall do primeiro andar e Edgar Brandt criou o portão de ferro forjado que separa a zona comum dos aposentos privados e ainda Ivan Da Silva Bruhns, Leleu, Jean Perzel, Raymond Subes, e Alfred Porteneuve que escolheria a cor da casa. Grande parte da mobília encontra-se hoje dispersa, depois de vendida em leilões.  
 
 
Charles Siclis (1889–1944)  — Arquiteto e decorador francês, nascido em Paris e particularmente reconhecido nos anos 20 e 30 do século XX. Destaquem-se os trabalhos em torno dos cafés Chiquito (1927) e Colisée (1932), em Paris.
 
José Marques da Silva (1869–1947) — Frequentou a Academia Portuguesa de Belas Artes e rumou a Paris para prosseguir os seus estudos. Da sua obra destacam-se, no Porto, a Estação de São Bento, o Teatro de São João, os Armazéns Nascimento, a nova Igreja de Cedofeita, o Liceu Alexandre Herculano, o bairro operário do Monte Pedral e a Zona VI da Avenida dos Aliados. 
 
 
Emile Jacques Ruhlmann (1879–1933) — Decorador de formação, aproximou-se da arquitetura e, inspirado diretamente no mobiliário do século XVIII, modernizou-o simplificando-o e sublinhando-lhe as formas geométricas. Em 1925 apresenta na Exposition des Arts Décoratifs et Industriels o pavilhão Hotel d´un Collectionneur, do arquiteto Pierre Patout. 
 
Fonte: SERRALVES
 
 
 
 

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publicado às 21:12

24
Fev15

Aventura no mar de Aguda

por Maximiliano

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 Praia da Aguda ( Gaia )

A Praia da Aguda para além de convidar a banhos, convida sobretudo a contemplar uma vastidão de areal e mar a perder de vista. A grande extensão de praia faz fronteira com uma bonita paisagem dunar e de vegetação natural.
Não se pode deixar de fazer uma longa caminhada pelos agradáveis passadiços de madeira.
Os apoios de praia não deixam esquecido nenhum pormenor, tal como aluguer de toldos, bar, esplanada, casas de banho.
A Aguda é também uma praia de gentes da pesca, que acolhem nas suas águas os veraneantes que ali se refrescam.

GUIADACIDADE



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publicado às 17:49

23
Fev15

Luz e cor

por Maximiliano

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No céu de Aguda

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publicado às 18:45

02
Fev15

Tardes de ouro na Foz

por Maximiliano

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 Foz do Douro

Zona Ocidental do Porto, a Foz do Douro é conhecida por ser uma das zonas mais caras da cidade. 
A Foz do Douro é um local privilegiado, onde o Rio Douro encontra o oceano e possibilita bonitas paisagens, embelezada com o seu passeio marítimo, bonitas e cosmopolitas esplanadas, bares e jardins, sendo um local movimentado de dia e de noite. 
Zona retratada em muitas das obras de artistas de todos os tempos, a Foz do Douro está igualmente classificada como Património Natural Municipal pelo seu Complexo Metamórfico, tendo sido criado em 2005 o Passeio Geológico da Foz do Douro, como forma a preservar e divulgar este conjunto de rochas de grande valor científico e pedagógico.
De realce patrimonial na zona da Foz do Douro são igualmente a capela-farol de S. Miguel-o-Anjo, na Cantareira, o palácio e Igreja, no Forte de São João Baptista da Foz e a Igreja Matriz.

Texto de GUIA DA CIDADE

Acrescentaria o Farol de Felgueiras e porque não, também, os Sanitários do Jardim do Passeio Alegre!?

 

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publicado às 17:07

31
Jan15

Espinho-Azulejos

por Maximiliano

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Em Janeiro de 2007 fotografei alguns dos azulejos que decoravam a passagem subterrânea de Espinho, que foi destruída para dar lugar à construção do túnel da actual linha do comboio. A acção de colher as imagens não foi a melhor, porquanto, a passagem constante de peões pelas escadarias, aliada à pouca prática neste tipo de actividade fotográfica, não permitiu melhor resultado nas fotos aqui inseridas.

 Incluo aqui também um texto do Blog Monumentos Desaparecidos, referindo-se precisamente á destruição da referida passagem e dos seus azulejos, que além de belos, nos diziam muito de Espinho de outros tempos,

 

“A linha do Caminho de Ferro antigamente dividia Espinho em dois. Junto à linha no lado poente tínhamos a Avenida Serpa Pinto (depois Avenida 8) e no lado nascente a Avenida da Graciosa (depois Rua 8). Actualmente, com a passagem dos comboios por túnel subterrâneo, a zona superior deu origem à Alameda 8.

 A Estação antiga foi destruida em pleno ano de 2007, juntamente com os belissimos azulejos da passagem subterrânea.” 

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publicado às 18:27

29
Jan15

Leucadendros

por Maximiliano

 

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 Da família das Proteáceas

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publicado às 11:27

28
Jan15

Cogumelos

por Maximiliano

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Cogumelo é o nome comum dado às frutificações de alguns fungos das divisões Basidiomycota e Ascomycota. A frutificação é a estrutura de reprodução sexuada destes organismos, tendo uma ampla variedade de formas e cores.

A maioria dos integrantes do reino Fungi, assim como as bactérias, obtêm alimento decompondo a matéria orgânica do corpo de organismos mortos. Alguns obtêm alimento de outros seres vivos, com os quais se associam. Assim, os fungos podem ser decompositores, parasitas ou mutualísticos. 1

Muitos cogumelos são comestíveis, alguns, como Agaricus sylvaticus, o Agaricus blazei e Pleurotus spp., entre outros, são largamente cultivados com aplicação de cuidados monitorados, outros, no entanto, são tóxicos, podendo, em alguns casos levar à morte.

Wikipédia

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publicado às 21:57

28
Jan15

Da laranjeira do vizinho

por Maximiliano

 

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 Mitos alimentares

Laranja: De manhã ouro, à tarde prata e à noite mata!

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publicado às 21:37

17
Jan15

Guincho Comum

por Maximiliano

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 GUINCHO-COMUM

LARUS RIDIBUNDUS

Identificação É uma gaivota relativamente pequena. Por baixo é branca e por cima é prateada. As asas são cinzentas com  um triângulo branco nas primárias. O bico e as patas são vermelhos. A partir de Março os adultos envergam  a plumagem nupcial, facilmente reconhecível pelo capuz castanho, cor de chocolate. Pode formar bandos de  centenas ou mesmo milhares de indivíduos e mistura-se frequentemente com outras espécies de gaivotas.  Pode confundir-se com a gaivota-de-cabeça-preta, distinguindo-se desta última espécie pela ponta preta  das asas e, quando em plumagem nupcial, pelo capuz preto, e não castanho.

Fonte; http://www.avesdeportugal.info/larrid.html

 

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publicado às 17:02


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