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Onde o mote é a fotografia e... outras eventuais peregrinações.

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A Igreja do Corpo Santo de Massarelos em Porto. Igreja Matriz de Massarelos ou Igreja da Confraria das Almas do Corpo Santo de Massarelos é uma igreja de 1776 na cidade do Porto.
A Confraria das Almas do Corpo Santo foi fundada em 1394, por navegantes que tinham sofrido uma tempestade no regresso da Inglaterra. Ela fazia assistência e proteção dos navegantes e mercadores. Um dos confrades terá sido o Infante D. Henrique. Também funcionava como banco, tinha atividades comerciais e navios que executavam viagens pela confraria e defendiam a costa de piratas.
A igreja tem um portal com um nicho com o padroeiro, São Pedro González Telmo (São Telmo). O enorme janelão central domina a fachada rematada por uma cruz de pedra. As torres sineiras possuem relógios e toda a fachada é guarnecida com azulejos. Tem uma só nave, com interior modesto. Na parte de trás, virada ao rio, a Cruz da Ordem de Cristo e um painel de azulejos com o Infante D. Henrique, um dos confrades desta antiga instituição.

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Texto colhido em: TripAdvisor

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Obs. Muito embora o texto acima não se refira, resolvi dar relevancia à imagem do Senhor Amarrado, como podem ver acima!

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publicado às 20:17

03
Abr18

Foz do Sousa - A Ponte

por Maximiliano

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Na freguesia da Foz do Sousa podemos observar a Ponte da Foz do Sousa, que serve a circulação rodoviária da Estrada Nacional n.° 108. O projeto desta Ponte é da autoria do Engenheiro Edgar Cardoso. A ponte, de menor dimensão, tem os mesmos traços arquitetónicos da Ponte da Arrábida, tendo servido de ensaio à construção desta última. Foi inaugurada pele então Presidenta da República General Craveiro Lopes no inicio da década de 50 do Século XX.

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Informação colhida na Net

 

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publicado às 16:26

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 Situada na foz do Rio Ave, assente num maciço rochoso, encontra-se a Capela de Nossa Senhora da Guia. 

È sem duvida o edifício religioso mais antigo da cidade, tudo leva a quer que no ano de 953 já existia, pois no inventário efectuado no ano de 1059 já constava da relação de bens do Mosteiro de Guimarães. 
Esta ermida deveria ser pobre e de pequenas dimensões, a parte mais antiga é onde se encontra, hoje a Capela-mor. Segundo consta esta pequena ermida, nesses tempos longínquos foi uma pequena fortaleza na defesa da barra, para impedir os ataques que eram feitos pelo mar, isto enquanto não construíram o forte de S. João (Castelo).

Antigamente esta capela era banhada pelo mar. Ao longo dos anos e em datas não conhecidas a capela foi sofrendo várias alterações tornando-se na linda capela que é hoje. 
No seu interior podemos apreciar a beleza de várias artes que foram feitas ao longo dos seculos. A nave principal é revestida a azulejo de séc. XVII, um púlpito com corrimão e guarda de balaustrada de madeira assente em plataforma de pedra e ainda o teto apainelado em caixotões e decorado com cenas bíblicas ou figuras de santos. Com o seu teto abobadado temos a Capela-Mor que é revestida a azulejo do séc. XVIII azul e branco, representando do lado sul a descida do espirito santo sobre os apóstolos, e do lado norte uma Nossa Senhora com o menino ao colo, rodeada por um círculo de anjos. A nave lateral apresenta nos topos altares modernos e teto pintado com figuras bíblicas. 

 No exterior topo sul tem uma arrogante e alta escadaria encimada por uma plataforma onde foi colocada uma cruz de pedra, em 1940.

A confraria de Nossa Senhora da Guia e S. Julião dos Pescadores é considerada das mais antigas, se não a mais antiga da Diocese da Braga. Em 1676 foram reformulados os seus estatutos, voltando a fazer nova reforma passados noventa anos ou seja em 1766. Ao longo dos anos houve várias Mesas que presidiram os destinos desta Confraria.

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Texto copiado da Net

 

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publicado às 22:08

14
Mar18

Igreja Matriz de Valongo

por Maximiliano

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Data de 1794 o início da construção da igreja matriz, erigida no local ocupado pela antiga, demolida por se encontrar em mau estado de conservação. Emoldurada pela serra, levou mais de meio século a concluir. A portaria do governo que autorizava a sua edificação vem assinada por D. João VI e data de 1793. No tempo das invasões francesas serviu de quartel-general às tropas invasoras. A sagração da igreja com celebração da primeira missa foi a 20 de Setembro de 1823.
Em 1837 a sua sacristia serve as primeiras reuniões camarárias do novo concelho de Valongo. Contribuíram para a construção desta igreja, as monjas do Mosteiro de S. Bento de Avé Maria do Porto e o produto do labor dos padeiros de Valongo.
As suas paredes, com mais de dois séculos já passados e apesar da sua altura superior a vinte metros ainda mantêm todo o seu prumo e alinhamento. O corpo central é coroado por um frontão triangular com a imagem de S. Mamede complementada com quatro painéis de azulejos,
representativos da vida do santo, que ladeiam as torres sineiras. O amplo pórtico de forma retangular é todo ele rematado em cantaria e encimado por três amplos janelões sendo o central ornamentado por azulejo com as armas de S. Pedro.

Entre 2009 e 2010, sofreu de uma grande intervenção a nível da cobertura e da nave, onde foram intervencionadas as pinturas as paredes laterais e abóboda. Nesta mesma altura, foi feito o restauro do órgão de tubos.

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Texto: 

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publicado às 17:56

27
Fev18

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Além de uma antiguidade (ponte) e de uma modernidade (hotel) ____ Das obras na Avenida Gustavo Eifel (avenida marginal do Rio Douro) para consolidação das escarpas dos Guindais!

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publicado às 18:09

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Jardim de São Lázaro é o mais antigo jardim municipal da cidade do Porto, em Portugal.

Inaugurado em 1834, o jardim, fresco e frondoso, é de concepção romântica, podendo destacar-se as imponentes tílias, o coreto e os grupos escultóricos a que não será alheia a proximidade da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Integrada no gradeamento que o delimita a norte, encontra-se uma fonte retirada do antigo convento de São Domingos.

A nascente do jardim está a Biblioteca Pública Municipal do Porto e, a sul, a magnífica fachada barroca do antigo convento de São Lázaro, atribuído a Nicolau Nasoni.

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Texto - Wikipédia, a enciclopédia livre.

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publicado às 17:31

19
Fev18

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Igreja de Santa Rita ou Igreja de Santa Rita da Mão Poderosa localiza-se na freguesia portuguesa de Ermesinde, concelho de Valongo, distrito do Porto.

Começou a ser construída na segunda metade do século XVIII, a primeira pedra foi colocada em 1749. É de estilo barroco.

Está ladeada por duas torres sineiras e o seu pórtico é rematado por um frontão triângular interrompido por um nicho barroco onde está colocada a imagem de São Pedro. No interior da Igreja, destaca-se a excelente talha dourada nas capelas laterais, no altar-mor e na estatuária religiosa.

O Santuário de Santa Rita em Ermesinde é um dos santuários do Norte de Portugal mais visitados e alvo de peregrinação. Esta santa é alvo de grande devoção na cidade e também em todo o país.

A romaria de Santa Rita realiza-se no segundo Domingo de Junho. A imagem de Santa Rita localiza-se no interior da igreja do lado direito. O dia de Santa Rita celebra-se a 22 de Maio. Santa Rita é conhecida como a santa dos casos impossíveis.

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Texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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publicado às 20:40

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 A Igreja Paroquial de Santo António das Antas localiza-se na parte alta da freguesia, junto ao elegante bairro das Antas. É uma igreja datada da primeira metade do século XX, tendo o seu primeiro projeto sido desenvolvido pelo arquiteto José Ferreira Peneda. Alguns atrasos na construção da igreja levaram a que a paróquia fosse oficializada ainda antes da sua construção, estando apenas concluída, em 1938, a cripta que, posteriormente, foi transformada em salão paroquial. Em 1944 surgiu um novo projeto, baseado numa tese de licenciatura da Escola de Belas Artes do Porto, elaborada por Fernando Tudela e Fernando Barbosa. A igreja possui um estilo clássico e evoca a influência italiana (Fonte:Jorge Ricardo Pinto (2011), Bonfim - Território de Memórias e Destinos).

 

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publicado às 21:00

14
Dez17

Casa Oriental - Porto

por Maximiliano

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 Porto - Casa Oriental

Corria o ano de 1910 quando aqui se ergueu, bem junto à Torre dos Clérigos, aquele que viria a ser um dos maiores bastiões do comércio tradicional em Portugal e na cidade do Porto. A Casa Oriental, tão antiga quanto a República Portuguesa, é uma voz que fala alto quando toca a defender e promover os produtos nacionais e a tradição do seu país. 

No princípio foi o Chá, Café e Chocolate oriundos das colónias, aos quais se juntaram os restantes produtos tradicionais de mercearia durante a 2ª Guerra Mundial. Na década de 80 iniciou-se o mítico bacalhau e os anos 90 trouxeram a venda da fruta. Uma história viva e em permanente construção. 

Virado o primeiro século de história, a missão da Casa Oriental não está terminada. 
O novo capítulo neste bonito e já longo livro é a devida homenagem ao prodígio do Oceano Atlântico: a Sardinha Portuguesa, pescada a poucos quilómetros do local onde nos encontramos. Reconhecendo a importância histórica do nosso espaço e compreendendo o impulso que demos no passado a outros produtos icónicos da gastronomia portuguesa, a COMUR – Fábrica das Conservas da Murtosa confiou à Casa Oriental o exclusivo para toda a cidade do Porto da coleção “Valor do Tempo®”. 
Duas marcas de elevadíssima reputação que se unem por um só objectivo: retribuir à Sardinha Portuguesa o muito que esta já fez por Portugal. Casa Oriental, desde 1910 a dar Valor ao Tempo.
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Texto: www.casaorientalporto.pt   Facebook   Instagram

 

 

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publicado às 20:44

06
Dez17

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Edifício actual

Uma nova casa para a sede da Relação e da Cadeia começou a ser construída sobre os escombros da anterior, em 1765, por iniciativa do regedor das Justiças e governador das Armas do Porto, João de Almada e Melo, segundo uma planta elaborada para o efeito pelo engenheiro e arquitecto Eugénio dos Santos que foi um dos intervenientes na reconstrução da Lisboa pombalina.

Foi, no entanto, seguida pelo oficial de engenharia Francisco Pinheiro da Cunha, por morte de Eugénio dos Santos. A obra custou 200 contos de réis, durou trinta anos, pois só ficou concluída em 1796. Albergou a sede do Tribunal da Relação e serviu de cadeia até aos nossos dias.

É um dos edifícios de referência na história do Porto. As enxovias tinham nomes de santos: Santo AntónioSant'Ana, para homens; Santa Teresa para mulheres; e Santa Rita para menores. A prisão oficina estava sob a protecção do Senhor de Matosinhos e as prisões de castigo tinham por patrono São Vítor. Havia ainda os salões (do Carmo e de São José) para homens e mulheres. Diferenciavam-se das celas por terem o chão de madeira mas pagava-se para ficar neles - 1$500 réis.

Na sala do tribunal havia uma capela porque as Ordenações do Reino determinavam que "o governador acolherá um sacerdote, que em todos os dias pela manhã, diga missa na casa da Relação, no oratório ou lugar que para isso se ordenar…" Os presos ouviam a missa das grades das prisões e corredores que davam para o saguão. Mas como não havia, mesmo assim, capacidade para tanta gente, a missa era num Domingo para os detidos de determinadas celas e no outro Domingo para os das outras prisões.

Camilo Castelo Branco ocupou (1860) o quarto de São João, enquanto Ana Plácido recolhia ao pavilhão das mulheres, acusados, ambos, do crime de adultério.

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Fonte do Texto: Wikipédia

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publicado às 18:25


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