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Onde o mote é a fotografia e... outras eventuais peregrinações.


28
Mai14

Festa da flor

por Maximiliano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SE ÀS VEZES DIGO QUE AS FLORES SORRIEM

 

Se às vezes digo que as flores sorriem
E se eu disser que os rios cantam,
Não é porque eu julgue que há sorrisos nas flores
E cantos no correr dos rios...
É porque assim faço mais sentir aos homens falsos
A existência verdadeiramente real das flores e dos rios.
Porque escrevo para eles me lerem sacrifico-me às vezes
À sua estupidez de sentidos...
Não concordo comigo mas absolvo-me,
Porque só sou essa cousa séria, um intérprete da Natureza,
Porque há homens que não percebem a sua linguagem,
Por ela não ser linguagem nenhuma.

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XXXI"
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

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publicado às 18:19

21
Mai14

Tempo de rosas

por Maximiliano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COROAI-ME DE ROSAS

 

Coroai-me de rosas,
Coroai-me em verdade,
De rosas —

Rosas que se apagam
Em fronte a apagar-se
Tão cedo!

Coroai-me de rosas
E de folhas breves.
E basta.

Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

 

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publicado às 20:44

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A sua construção foi iniciada em 1746, tendo-se as obras arrastado por mais de um século. O edifício espaçoso e altaneiro apresenta frontaria com torre integrada à esquerda. O retábulo principal, do século XVIII, merece destaque, além da pia baptismal – a peça mais antiga dos começos do século XVI - executada em pedra ançã. No interior sobressaem as intervenções do século XX, nomeadamente, os tectos em madeira exótica, custeados pela Família Lopes e os exuberantes revestimentos em azulejo - da Fábrica Aleluia de Aveiro - além dos vitrais – de Madrid - doados pelo Comendador António Maria Augusto da Silva, que impôs as temáticas e a policromia.

Do Site Monumentos de Portugal

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publicado às 21:45

12
Mai14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Descrição Histórica/Artística

Esta estação de caminho de ferro, no centro da cidade, ocupa o lugar de um antigo convento beneditino e data do começo do nosso século.No interior da Estação de São Bento pode ver-se a célebre decoração de painéis de azulejos de Jorge Colaço dos anos 1930. Os azulejos historicistas deste artista representam cenas consideradas capitais para a história de Portugal, como são os exemplos: da tomada de Ceuta em 1415, por D. João I, considerada como a primeira expedição extra-peninsular dos portugueses e o início de ambições da coroa sobre a África; ou da Ala dos Namorados, designação de um dos lados do quadrado que os portugueses formaram como táctica de combate na Batalha de Aljubarrota de 1385, na qual derrotaram os castelhanos (a Ala era composta de barões muito jovens e daí a sua apelação). Os painéis de azulejos mostram igualmente aspectos da vida rural do Norte de Portugal: o arraial e feira do Minho, fazem parte das "vistas" tradicionais, como o rabelo e o Vinho do Porto ou a parelha de bois na lavoura. - See more at: http://www.e-cultura.

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publicado às 18:09


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