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Onde o mote é a fotografia e... outras eventuais peregrinações.
GUINCHO-COMUM
LARUS RIDIBUNDUS
Identificação É uma gaivota relativamente pequena. Por baixo é branca e por cima é prateada. As asas são cinzentas com um triângulo branco nas primárias. O bico e as patas são vermelhos. A partir de Março os adultos envergam a plumagem nupcial, facilmente reconhecível pelo capuz castanho, cor de chocolate. Pode formar bandos de centenas ou mesmo milhares de indivíduos e mistura-se frequentemente com outras espécies de gaivotas. Pode confundir-se com a gaivota-de-cabeça-preta, distinguindo-se desta última espécie pela ponta preta das asas e, quando em plumagem nupcial, pelo capuz preto, e não castanho.
Fonte; http://www.avesdeportugal.info/larrid.html
Um arbusto que floresce no inverno
O Chaenomeles japonica, mais comumente conhecido como flor de marmeleiro, pertence à família Rosaceae. É uma espécie que originou-se na Ásia, especialmente na parte oriental.
É um arbusto muito decorativo, não apenas na primavera ou no verão, mas durante todo o ano, graças às suas flores vermelhas. O Chaenomeles pode chegar a medir 1 a 3 metros, é de folha caduca e espinhosa, como medida de defesa. As suas folhas são de cor verde brilhante, com forma ovalada.
A sua floração produz-se nos meses de inverno e volta a florescer mais uma vez nos meses de verão, embora com menor abundância. Note-se que, juntamente com as flores, durante a floração, aparecem os frutos aromáticos. Estes têm uma cor entre o amarelo e o verde que faz lembrar as maçãs, mas mais pequenos.
Fonte do texto: Net
Situada na freguesia de Ramalde, junto ao Carvalhido, na rota dos Caminhos de Santiago (antiga estrada para a Galiza), a Quinta da Prelada elege-se como um dos espaços mais notáveis e grandiosos do aro do Porto.
De facto, trata-se da maior obra de arquitetura paisagística concebida pelo arquiteto e pintor italiano Nicolau Nasoni, concretizada, provavelmente, entre 1743 e 1748. Na Prelada, Nasoni criou um percurso desde os obeliscos, inicialmente situados no Carvalhido (a primeira entrada da Quinta), até à mata da propriedade (antigo Parque de Campismo), que perfazia cerca de 1,5 km. Devido às alterações urbanas que a zona do Carvalhido sofreu, os obeliscos acabariam por ser transferidos para o Jardim do Passeio Alegre, na Foz do Douro, em 1937*.
Até à abertura da Via de Cintura Interna (VCI), a Casa Nobre estava ligada ao recinto onde se eleva uma torre por um eixo com cerca de 400 metros de extensão. Vulgarmente designada por "Castelo", esta torre é considerada um testemunho iniciador do revivalismo em arquitetura. Em breve, parte deste percurso será refeito, até à VCI, dando origem a um novo espaço cuja designação será de “Jardim das Quatro Estações”.
Fonte do texto: http://www.scmp.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=22540
Tanoaria: o tesouro da cidade de Esmoriz
Por toda a sua representação histórica e atual, a tanoaria distingue-se como um tesouro patrimonial, um autêntico esplendor de Esmoriz e de Portugal, através de um caminho que se fez modesto e com grande coragem e dedicação.
Geograficamente posicionado na fronteira entre o Norte e o Centro de Portugal, onde é vizinho e troca reciprocidades com o grande Atlântico, Esmoriz dá-se ao mundo como cidade de gente fraterna, humilde e de trabalho, cujas linhagens antepassadas muito contribuíram para um enriquecimento da sua cultura patrimonial. Assim, não é obra do acaso ou mera questão de estética e de embelezamento o motivo pelo qual se perfila, diante do seu coração, uma memória tão singular como é a estátua do tanoeiro.
A tanoaria, na sua essência, é uma prática antiga que se destina à produção de vasilhas, como pipas, tonéis e barris, que são utilizados para fins de colheita, tratamento e armazenamento do vinho. De facto, se há engenho ou labor que não pode ser obliterado quando se fala sobre Esmoriz, a tanoaria tem, forçosamente, que tomar a dianteira dessa lista. As primeiras raízes da atividade que foram cravadas na freguesia remontam ao início do século XX, numa fase em que Vila Nova de Gaia se assumia como núcleo de extrema preeminência, impulsionada pelo prestigiado comércio do Vinho do Porto. Todavia, já bem antes dessa data, conheciam-se diversos esmorizenses que percorriam os cerca de 20 quilómetros de distância para ganhar a vida nas tanoarias gaienses. Os mesmos que se aponta terem introduzido o ofício na própria terra, começando por se alojar em pequenos alpendres e cobertos. Dotados pelas ferramentas mas, sobretudo, pela experiência e força do labor, consolidaram o seu artesanato na região e, com o aumento da procura e da produção, veio a necessidade de expandirem as instalações que, no percurso das décadas, se foram desenvolvendo e maquinizando de forma a encurtar os procedimentos mais arrastados. Aos poucos, a importância da profissão foi ganhando especial evidência, assinalando a transição de um Esmoriz agrícola e piscatório para um Esmoriz fabricado e industrial.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/tanoaria-o-tesouro-da-cidade-de-esmoriz=f759821#ixzz3OYI5HIl6
A Oxalis pes-caprae, vulgarmente conhecida por erva-canária, erva-azeda-amarela, trevo azedo, erva mijona. É uma planta da familia Oxalidaceae oriunda da África do Sul e subespontânea na região mediterrânica e Europa Ocidental. Pode ser encontrada em terrenos cultivados e incultos, florindo de Janeiro a Abril.
Wikipédia
Uma tuna é um agrupamento musical, caracterizado por ser constituído por cordofones. O termo Tuna designa e circunscreve, aliás, o tipo de agrupamento segundo o leque instrumental que utiliza. Pode apresentar-se como mero agrupamento instrumental (a sua primeira origem), bem como na versão canto e instrumento (actualmente em voga). A tuna pode ser de natureza popular ou de natureza estudantil (derivando da estudantinas do século XIX e inícios do XX), tocando sentada ou de pé (ou num misto dos dois, conforme fez escola nos agrupamentos canários, por exemplo).
As Tunas de feição estudantil são apelidadas de Tunas Académicas ou Universitárias quando agrupam estudantes do ensino superior. A tuna estudantil, pode ainda dizer respeito às formações compostas por estudantes do liceu (formações muito numerosas no século XIX e de que há registo até aos anos 60 do século XX), que também usam a designação "académica".
Wikipédia
O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não.
Fernando Pessoa
POEMA DE OUTONO
Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser… sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Pablo Neruda
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